Regina ficou espantada e revoltada com o que viu, ela sabia que Bruninha era baixa, mas aquilo era um absurdo, ela estava dentro de sua casa e Vinícius não parecia querer que ela saísse.
- O que significa isso? O que essa ordinária está fazendo aqui? - perguntou ela, fuzilando Bruninha com o olhar
- Calma amor, eu posso explicar - falou Vinícius, tentando acalmá-la
- Deixa que eu explico. Eu vim até aqui pedir ajuda, e o Vini me agarrou, não conseguiu mais resistir à atração que sente por mim - provocou Bruninha
- O que? Não foi nada disso, ela chegou aqui dizendo que uns caras invadiram a casa dela, e depois tentaram violentar ela! - disse Vini, nervoso
- Não precisam dizer mais nada, eu já entendi tudo - falou Regina - Bruninha, fora da minha casa agora se não eu te arrebento!
Bruninha não queria apanhar então foi embora, mas estava se sentindo vitoriosa pois estava claro que o casal ia brigar. Assim que ela saiu, Regina se virou para Vinícius.
- Precisamos ter uma conversa - falou ela, séria
- Meu amor, isso foi uma armação, você não vai acreditar no que a Bruninha falou né? - disse ele, preocupado
- Eu percebi que foi um plano dela, quem não percebe nunca é você né? Caiu na dela de novo!
- Mas como eu ia adivinhar?
- Pelo histórico dessa mulher com a gente, você podia ter imaginado, mas ao invés disso, deixou ela se aproveitar de você de novo! Parece até que gosta dessa desclassificada se esfregando em você!
- Peraí também não precisa falar assim né? Eu não percebi a maldade dela, mas só quis ajudar, não estava dando em cima dela ou algo assim!
- Mas ela estava! Ela sempre faz isso e você é bobo demais para perceber, isso me dá nos nervos!
- Você acha que eu gosto de ser enganado por ela? Posso ter sido inocente, mas realmente não percebi! - falou Vinícius, e nesse momento ele notou que estava levantando o tom de voz - Olha só, estamos brigando, era exatamente o que ela queria. Nós dois fomos vítimas, vamos realmente deixar o plano dela dar certo?
Ao ouvir isso, Regina respirou fundo e ficou em silêncio durante alguns segundos, pensativa.
- Não vai dizer nada? - quis saber ele
- Preciso de um banho, depois a gente termina essa conversa - respondeu ela, e em seguida foi para o quarto
Ele deixou que ela fosse e não disse mais nada, pois ambos precisavam de um tempo para se acalmar e depois resolver tudo sem brigar. Regina entrou no chuveiro e Vinícius decidiu fazer mesmo, no outro banheiro. Logo que terminou, ele foi até o quarto, pois queria fazer as pazes com ela logo.
- Está mais tranquila agora, meu amor? - quis saber ele, se aproximando e acariciando o braço dela
- Sim, pensei um pouco e você tinha razão, não podemos deixar uma armação dessa sem vergonha fazer a gente brigar - respondeu ela - Mas ainda acho que você podia ficar mais esperto com ela.
- Ok, eu concordo, vou ficar mais atento. Só não acho que isso é motivo para você ficar com raiva de mim.
- Não estou mais com raiva de você.
- Ah não? - perguntou ele, puxando-a para mais perto pela cintura
- Você não tem culpa de ser bonzinho demais - respondeu ela, rindo e colocando os braços em volta do pescoço dele - Minha raiva é dessa Bruninha, ela precisa entender que você é meu!
- Mesmo que não entenda, eu vou continuar sendo seu, você sabe disso.
- Eu sei, mas ela não deixa a gente em paz, isso me tirar do sério!
- Ah não chega, será que dá pra gente esquecer a Bruninha?
- Bem que eu queria, mas não estou conseguindo.
- Então vem cá que eu te ajudo
Dizendo isso, Vinícius puxou Regina pela cintura e lhe deu um beijo que começou suave e foi ficando intenso. Ele passou as mãos, pelas costas dela, que acariciou seus cabelos, e na empolgação eles acabaram caindo na cama e começaram a rir.
- E aí, parou de pensar naquela pessoa? - perguntou ele, evitando falar o nome de Bruninha
- Acho que preciso de um pouco mais de ajuda - respondeu ela, ficando por cima dele e beijando-o novamente
Vinícius passou as mãos pelo corpo de Regina e tirou sua camisola lentamente, enquanto se beijavam, deixando-a arrepiada, e em seguia inverteu a posição. Ela então tirou a camisa dele, que começou a beijar seu pescoço e dar leves mordidas, fazendo com que ela arranhasse suas costas. O clima foi esquentando mais, Vinícius pressionou o corpo de Regina contra o seu e acelerou o ritmo, fazendo-a gemer, e assim eles se amaram com muita paixão. Depois trocaram mais alguns beijos e dormiram abraçados.
Enquanto isso, Olívia estava na casa de Alex, pois tinha ido passar a noite com ele. Eles estavam na cama, namorando, quando ele disse que queria ter uma conversa com ela.
- Como assim Alex? - perguntou ela, preocupada
- Calma amor, não é nada demais. É só que eu andei pensando e decidi te fazer um convite - falou ele
- Faz então, estou ficando curiosa!
- Eu queria saber se você quer vir morar comigo.
- Você está falando sério?
- Claro que sim. Não gostou da proposta?
- Não é isso... Será que não é um pouco cedo?
- Acho que não, já estamos namorando há um tempinho, e nos damos super bem, então por que não?
- É até que parece uma boa ideia. Tudo bem eu aceito! - disse ela, sorrindo
- Que ótimo! Não vejo a hora de você vir para cá! - falou ele, abraçando dela
- Preciso arrumar minhas coisas, mas venho o quanto antes - ela estava bem animada
Em seguida os dois se olharam e se beijaram apaixonadamente, comemorando aquele novo passo na relação. Após combinar tudo, foram dormir, pois já estava tarde.
No dia seguinte, todos foram trabalhar normalmente e a manhã foi tranquila. Quando chegou a hora do almoço, Eduardo decidiu conferir se estava tudo correndo bem e pegou Bruninha discutindo com com uma cliente mais uma vez.
- Olha só, eu já passei o seu pedido para o chef, não tenho culpa se ainda não ficou pronto! - gritava ela
- Com licença, qual é o problema? - interrompeu Edu
- Eu pedi um suco há quase meia hora e não chega - falou a senhora
- Sinto muito, vou averiguar o que houve, peço desculpas pela grosseria da minha gerente - respondeu ele, e em seguida puxou Bruninha pelo braço - Você vem comigo.
- Ai, isso doeu! - disse ela, assim que se afastaram da mesa
- Quantas vezes vou ter que falar para você não falar assim com os clientes? - perguntou ele, irritado
- Eu tentei me controlar Edu, mas essa mulher me perguntou do suco três vezes nos últimos dez minutos! Não é possível que não pode esperar um pouquinho!
- Não importa o que o cliente faça, você não pode perder a paciência entendeu? Vou pedir para outra pessoa atender essa mesa.
- Vou tentar me controlar. Mas agora é melhor mesmo eu não falar mais com essa senhora.
Após a bronca, Eduardo considerou o problema resolvido e voltou a seus afazeres. Porém, poucos minutos depois, Bruninha passou por acaso perto da mesa onde ocorreu a confusão e a senhora perguntou novamente sobre o suco.
- Já chega! Está com sede? Então toma! - esbravejou Bruninha, fora de si, e depois pegou um copo de água na bandeja de um dos garçons e jogou na cliente
- Isso é um absurdo, nunca fui tão mal atendida! - gritou a mulher - Vou embora desse lugar agora!
Eduardo ouviu a confusão, voltou ao salão, viu a cliente saindo, e repreendeu Bruninha mais um vez.
- Você esqueceu tudo que eu acabei de te falar? - perguntou ele, nervoso - Desse jeito vou te que te demitir Bruninha!
- Não, por favor, eu preciso desse emprego! Me dá mais uma chance, prometo me comportar direitinho - implorou ela
- Tudo bem, só mais uma chance. Mas se essa atitude se repetir, você vai direto para a rua! - falou ele, e em seguida foi para fora do restaurante, pegar um ar para se acalmar
Assim que saiu, ele viu Regina recebendo os clientes na porta do restaurante de Olga e ficou observando como ela era simpática e educada. Foi aí que teve uma ideia: precisava trazê-la para trabalhar com ele, antes que Bruninha o levasse à falência. Decidiu então procurá-la num horário em que o movimento estaria menor e fazer uma proposta que seria muito difícil ela recusar. Como será que Regina vai reagir?
Continua...
- Está mais tranquila agora, meu amor? - quis saber ele, se aproximando e acariciando o braço dela
- Sim, pensei um pouco e você tinha razão, não podemos deixar uma armação dessa sem vergonha fazer a gente brigar - respondeu ela - Mas ainda acho que você podia ficar mais esperto com ela.
- Ok, eu concordo, vou ficar mais atento. Só não acho que isso é motivo para você ficar com raiva de mim.
- Não estou mais com raiva de você.
- Ah não? - perguntou ele, puxando-a para mais perto pela cintura
- Você não tem culpa de ser bonzinho demais - respondeu ela, rindo e colocando os braços em volta do pescoço dele - Minha raiva é dessa Bruninha, ela precisa entender que você é meu!
- Mesmo que não entenda, eu vou continuar sendo seu, você sabe disso.
- Eu sei, mas ela não deixa a gente em paz, isso me tirar do sério!
- Ah não chega, será que dá pra gente esquecer a Bruninha?
- Bem que eu queria, mas não estou conseguindo.
- Então vem cá que eu te ajudo
Dizendo isso, Vinícius puxou Regina pela cintura e lhe deu um beijo que começou suave e foi ficando intenso. Ele passou as mãos, pelas costas dela, que acariciou seus cabelos, e na empolgação eles acabaram caindo na cama e começaram a rir.
- E aí, parou de pensar naquela pessoa? - perguntou ele, evitando falar o nome de Bruninha
- Acho que preciso de um pouco mais de ajuda - respondeu ela, ficando por cima dele e beijando-o novamente
Vinícius passou as mãos pelo corpo de Regina e tirou sua camisola lentamente, enquanto se beijavam, deixando-a arrepiada, e em seguia inverteu a posição. Ela então tirou a camisa dele, que começou a beijar seu pescoço e dar leves mordidas, fazendo com que ela arranhasse suas costas. O clima foi esquentando mais, Vinícius pressionou o corpo de Regina contra o seu e acelerou o ritmo, fazendo-a gemer, e assim eles se amaram com muita paixão. Depois trocaram mais alguns beijos e dormiram abraçados.
Enquanto isso, Olívia estava na casa de Alex, pois tinha ido passar a noite com ele. Eles estavam na cama, namorando, quando ele disse que queria ter uma conversa com ela.
- Como assim Alex? - perguntou ela, preocupada
- Calma amor, não é nada demais. É só que eu andei pensando e decidi te fazer um convite - falou ele
- Faz então, estou ficando curiosa!
- Eu queria saber se você quer vir morar comigo.
- Você está falando sério?
- Claro que sim. Não gostou da proposta?
- Não é isso... Será que não é um pouco cedo?
- Acho que não, já estamos namorando há um tempinho, e nos damos super bem, então por que não?
- É até que parece uma boa ideia. Tudo bem eu aceito! - disse ela, sorrindo
- Que ótimo! Não vejo a hora de você vir para cá! - falou ele, abraçando dela
- Preciso arrumar minhas coisas, mas venho o quanto antes - ela estava bem animada
Em seguida os dois se olharam e se beijaram apaixonadamente, comemorando aquele novo passo na relação. Após combinar tudo, foram dormir, pois já estava tarde.
No dia seguinte, todos foram trabalhar normalmente e a manhã foi tranquila. Quando chegou a hora do almoço, Eduardo decidiu conferir se estava tudo correndo bem e pegou Bruninha discutindo com com uma cliente mais uma vez.
- Olha só, eu já passei o seu pedido para o chef, não tenho culpa se ainda não ficou pronto! - gritava ela
- Com licença, qual é o problema? - interrompeu Edu
- Eu pedi um suco há quase meia hora e não chega - falou a senhora
- Sinto muito, vou averiguar o que houve, peço desculpas pela grosseria da minha gerente - respondeu ele, e em seguida puxou Bruninha pelo braço - Você vem comigo.
- Ai, isso doeu! - disse ela, assim que se afastaram da mesa
- Quantas vezes vou ter que falar para você não falar assim com os clientes? - perguntou ele, irritado
- Eu tentei me controlar Edu, mas essa mulher me perguntou do suco três vezes nos últimos dez minutos! Não é possível que não pode esperar um pouquinho!
- Não importa o que o cliente faça, você não pode perder a paciência entendeu? Vou pedir para outra pessoa atender essa mesa.
- Vou tentar me controlar. Mas agora é melhor mesmo eu não falar mais com essa senhora.
Após a bronca, Eduardo considerou o problema resolvido e voltou a seus afazeres. Porém, poucos minutos depois, Bruninha passou por acaso perto da mesa onde ocorreu a confusão e a senhora perguntou novamente sobre o suco.
- Já chega! Está com sede? Então toma! - esbravejou Bruninha, fora de si, e depois pegou um copo de água na bandeja de um dos garçons e jogou na cliente
- Isso é um absurdo, nunca fui tão mal atendida! - gritou a mulher - Vou embora desse lugar agora!
Eduardo ouviu a confusão, voltou ao salão, viu a cliente saindo, e repreendeu Bruninha mais um vez.
- Você esqueceu tudo que eu acabei de te falar? - perguntou ele, nervoso - Desse jeito vou te que te demitir Bruninha!
- Não, por favor, eu preciso desse emprego! Me dá mais uma chance, prometo me comportar direitinho - implorou ela
- Tudo bem, só mais uma chance. Mas se essa atitude se repetir, você vai direto para a rua! - falou ele, e em seguida foi para fora do restaurante, pegar um ar para se acalmar
Assim que saiu, ele viu Regina recebendo os clientes na porta do restaurante de Olga e ficou observando como ela era simpática e educada. Foi aí que teve uma ideia: precisava trazê-la para trabalhar com ele, antes que Bruninha o levasse à falência. Decidiu então procurá-la num horário em que o movimento estaria menor e fazer uma proposta que seria muito difícil ela recusar. Como será que Regina vai reagir?
Continua...
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