Regina estava correndo o mais rápido que podia, enquanto tentava encontrar alguma coisa naquele lugar que indicasse onde ela estava, quando de repente viu uma escada, que levava até um alçapão no teto. Ela subiu e tentou abri-lo, mas estava trancado, então quis encontrar a chave, mas antes que conseguisse pensar em onde procurar, Eduardo a alcançou.
- Pensou que ia escapar fácil assim? De jeito nenhum! - falou ele, pegando ela pelo braço
- Você é louco! O que pretende com isso? - perguntou ela, tentando se desvencilhar dele
- Você e aquele idiota do Vinícius me enganaram, pensaram que eu não fosse dar o troco? Ninguém me faz de trouxa e sai ganhando!
- E o que você pretende fazer comigo? Não vai conseguir me manter aqui para sempre, eu tenho família e amigos que se importam comigo e com certeza vão me achar!
- Duvido muito, estamos em lugar onde ninguém vai pensar em procurar. Mas mesmo que achem, vão demorar tanto, que até lá você já vai ter concordado em ser minha! - disse Eduardo, e em seguida prensou Regina na parte e a beijou à força
- Me larga! Eu nunca vou sentir nada por você além de desprezo e nojo! - gritou ela, empurrando ele
- Uma hora você vai ceder, eu sei que vai. Agora vem!
Dizendo isso ele a puxou pelo braço, levando-a de volta para o local onde estava antes de sair correndo. Regina estava se debatendo muito, então Eduardo pediu que Bruninha colocasse um pano com clorofórmio no nariz dela. Assim que ela apagou, ele amarrou seus braços e pernas para que ela não tentasse fugir outra vez.
Não muito longe dali, Vinícius estava em casa conversando com Olga e Dora, enquanto Gabi dormia no quarto. Já estava anoitecendo, eles haviam passado o dia procurando, mas nem sinal de encontrarem o cativeiro de Regina. Todos estavam muito tensos.
- Eu já estou ficando desesperado - falou Vinícius - Mal consegui dormir noite passada, e tenho certeza que essa noite vai ser igual.
- Eu também não consegui pregar os olhos, de tanta preocupação com a minha filha - disse Dora
- Gente eu tenho uma ideia - falou Olga - Amanhã vou ficar observando o restaurante do Eduardo, talvez eu veja alguma movimentação, qualquer coisa que possa nos ajudar.
- Boa ideia mãe, faz isso. Eu vou pedir para a Tereza me dar uma licença amanhã porque não estou em condições de trabalhar e quero ir até a polícia para ver se descobriram algo.
Depois disso, Dora e Olga foram para casa e todos tentaram descansar um pouco, mas sem sucesso, pois não conseguiam parar de pensar em Regina.
No dia seguinte, Flávia chegou ao restaurante de Alex animada para seu primeiro dia de trabalho. Ela foi até a sala dele para acertarem os últimos detalhes, e notou que o chefe parecia um pouco desanimado.
- Alex, desculpa perguntar, mas aconteceu alguma coisa? Você parece triste - disse ela ela
- Problemas pessoais, prefiro não falar sobre isso - respondeu ele, suspirando - Não quero te deixar para baixo no seu primeiro dia.
- Olha, eu sei que mal nos conhecemos, mas quero muito que sejamos amigos, afinal vamos conviver bastante aqui. Então se quiser, pode conversar comigo, talvez eu possa ajudar - falou ela, pegando na mão dele
- Não acho que possa. É que... Minha namorada terminou comigo ontem. O namoro tinha esfriado e a gente não estava mais se dando tão bem, mas eu ainda tinha esperanças de recuperar a relação.
- Que coincidência, eu passei pela mesma coisa no mês passado. Mas com uma diferença, descobri que ele estava me traindo.
- Caramba, e eu achando que estava na pior - ele deixou escapar - Desculpa, eu não devia ter falado isso.
- Não tem problema, foi difícil mas eu já estou bem. Quer saber, quero te fazer um convite, posso?
- Claro, pode falar.
- Nós podíamos jantar juntos hoje.
- Eu acabei de te contar que levei um pé na bunda ontem e você está me convidando para um encontro? - perguntou ele, rindo
- Não, claro que não - respondeu ela, rindo também - Só como amigos, para a gente se conhecer melhor, se divertir e esquecer os ex.
- Nesse caso eu aceito, estou precisando me distrair.
- Ótimo, então a gente vai direto daqui.
- Agora vamos trabalhar?
- Claro, não quero que meu chefe pense que não sou profissional no meu primeiro dia - falou Flávia
Os dois riram e foram cada um para seu canto, exercer suas funções. Ambos estavam com a sensação de que se dariam muito bem um com o outro.
Enquanto isso, Olga estava na porta de seus restaurante, observando o estabelecimento de Eduardo. O lugar estava fechado desde que Regina desaparecera, mas ela tinha esperanças de conseguir alguma pista do paradeiro da nora. O dia foi passando e nada aconteceu, já estava quase anoitecendo e Olga estava pensando em desistir, mas de repente ouviu um barulho que parecia ter vindo do restaurante rival. Na mesma hora ela pegou o celular e ligou para Vinícius, que foi correndo para lá.
- Tem certeza que o som veio de lá mãe? A polícia não encontrou nada, qualquer pequeno sinal já me dá esperanças - disse ele assim que chegou
- Tenho quase certeza que sim meu filho - falou Olga
- Então vamos esperar aqui até mais tarde para ver se acontece alguma coisa. A gente fecha o restaurante e fica observando.
- Não seria bom ligar para a delegacia?
- Por enquanto não, iria chamar atenção. Vou pedir para a Dora para a Gabi passar essa noite com ela, assim posso demorar aqui o tempo que for preciso.
E assim eles fizeram, fecharam o restaurante no horário de sempre, apagaram as luzes, e ficaram aguardando. Um bom tempo se passou e os dois já estavam começando a ficar com sono, quando de repente uma luz se acendeu dentro do restaurante de Eduardo. Será que é lá que Regina está? E será que Vinícius e Olga conseguirão resgatá-la?
Continua...
- Não acho que possa. É que... Minha namorada terminou comigo ontem. O namoro tinha esfriado e a gente não estava mais se dando tão bem, mas eu ainda tinha esperanças de recuperar a relação.
- Que coincidência, eu passei pela mesma coisa no mês passado. Mas com uma diferença, descobri que ele estava me traindo.
- Caramba, e eu achando que estava na pior - ele deixou escapar - Desculpa, eu não devia ter falado isso.
- Não tem problema, foi difícil mas eu já estou bem. Quer saber, quero te fazer um convite, posso?
- Claro, pode falar.
- Nós podíamos jantar juntos hoje.
- Eu acabei de te contar que levei um pé na bunda ontem e você está me convidando para um encontro? - perguntou ele, rindo
- Não, claro que não - respondeu ela, rindo também - Só como amigos, para a gente se conhecer melhor, se divertir e esquecer os ex.
- Nesse caso eu aceito, estou precisando me distrair.
- Ótimo, então a gente vai direto daqui.
- Agora vamos trabalhar?
- Claro, não quero que meu chefe pense que não sou profissional no meu primeiro dia - falou Flávia
Os dois riram e foram cada um para seu canto, exercer suas funções. Ambos estavam com a sensação de que se dariam muito bem um com o outro.
Enquanto isso, Olga estava na porta de seus restaurante, observando o estabelecimento de Eduardo. O lugar estava fechado desde que Regina desaparecera, mas ela tinha esperanças de conseguir alguma pista do paradeiro da nora. O dia foi passando e nada aconteceu, já estava quase anoitecendo e Olga estava pensando em desistir, mas de repente ouviu um barulho que parecia ter vindo do restaurante rival. Na mesma hora ela pegou o celular e ligou para Vinícius, que foi correndo para lá.
- Tem certeza que o som veio de lá mãe? A polícia não encontrou nada, qualquer pequeno sinal já me dá esperanças - disse ele assim que chegou
- Tenho quase certeza que sim meu filho - falou Olga
- Então vamos esperar aqui até mais tarde para ver se acontece alguma coisa. A gente fecha o restaurante e fica observando.
- Não seria bom ligar para a delegacia?
- Por enquanto não, iria chamar atenção. Vou pedir para a Dora para a Gabi passar essa noite com ela, assim posso demorar aqui o tempo que for preciso.
E assim eles fizeram, fecharam o restaurante no horário de sempre, apagaram as luzes, e ficaram aguardando. Um bom tempo se passou e os dois já estavam começando a ficar com sono, quando de repente uma luz se acendeu dentro do restaurante de Eduardo. Será que é lá que Regina está? E será que Vinícius e Olga conseguirão resgatá-la?
Continua...
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